
Fonte: Diário do Amapá (AP)
Após 34 dias de greve, osprofessores estaduais decidiram colocar ponto final ao movimento, a partir da assinatura de um acordo firmado entre o sindicato da categoria e governo do Estado. A assinatura ocorreu no gabinete da Procuradoria Geral do Estado (Prog) com a presença do Secretário de Estado da Educação interino, José Maria Lobato e diretores do Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Amapá (Sinsepeap).
O representante da classe, Ruivaldo Coutinho, disse que a decisão é considerada uma vitória para a Educação e para o funcionalismo público estadual. Segundo ele, a sansão da Lei 1545, que revoga o Artigo 3º da Lei 1540, significa avanços de lutas de uma categoria responsável pela Educação de milhares de jovens no Estado.
O presidente do sindicato reconheceu o empenho do governador em querer resolver o pro-blema, e por isso os encontros sempre demonstraram harmonia até que houve entendimento e conclusão para por fim ao movimento de greve.
O sindicalista ressalta ainda que a partir de agora, a entidade vai trabalhar junto a Secretaria de Educação para promover a reorganização do calendário Escolar. Rui-valdo garantiu que a partir desta quarta-feira, 22, os professores retornam as Escolas para suas atividades normais. O secretário interino da Seed, José Maria Lobato, comemorou a assinatura do acordo e fim da greve, conclamando aos estudantes para voltarem às salas de aula nesta quarta-feira, 22.
Segundo ele, o mais difícil nesta negociação foi vencer algumas intransigências do sindicato, mas com a assinatura do governador Camilo Capiberibe ouve entendimento entre as partes com revogação do Artigo 3º da Lei 1540.
Para o secretário de Educação, o ano letivo foi prejudicado com a greve, mas que as alte-rações serão feitas apenas no final do ano com prorrogação das aulas para os meses de dezembro deste ano e janeiro de 2012.
O procurador geral do Estado, Márcio Figueira, ressaltou o avanço na rodada de negociação. De acordo com Márcio Figueira, o governo não tinha condições de arcar com o reajuste de 6,57% para a Educação. Segundo ele, o mais importante foi garantir o direito dos estudantes em ter aulas.
Que bom que garantimos nossos direitos.
Nossa greve foi justa e agora voltaremos às nossas salas de aula mais empenhados!
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