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Educação Já


Sim, o dado acima é verdadeiro e retrata a realidade dos jovens brasileiros da 3ª série do Ensino Médio. E se você também ficou incomodado com esse número, saiba que há muitos outros que retratam a crise de aprendizagem pela qual estamos passando. Mas é possível virar o jogo.

O Brasil tem a grande oportunidade de, no ciclo de gestões que inicia em 2019, dar um significativo salto de qualidade e equidade na Educação Básica pública, com repercussões importantes no desenvolvimento econômico e social do País. O Educação Já!, iniciativa liderada pelo Todos Pela Educação, reúne indivíduos, grupos, movimentos e instituições comprometidos em fazer com que um minucioso plano estratégico seja priorizado, implementado e monitorado nos níveis Federal e Estadual. O objetivo é fazer com que o Brasil chegue a 2030 promovendo melhorias importantes na Educação. A mudança pode mostrar resultados em pouco tempo — mas, para isso, ela precisa começar já.

Agenda Técnica

O plano apresenta uma visão de longo prazo, diretrizes para a pauta nacional e estadual e uma agenda dos 100 primeiros dias para o Governo Federal. As propostas abordam temas como Primeira Infância, alfabetização, formação e carreira docente, implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), reestruturação do Ensino Médio, gestão das redes e das escolas, governança do sistema e financiamento.

Desde abril, os principais pontos do plano vêm sendo apresentados aos pré-candidatos à Presidência da República com o propósito de que já os considerem na formulação de seus planos de governo e os tenham em mente uma vez eleitos. O objetivo do movimento é dialogar com todos os pré-candidatos e coordenadores de campanha até o final de julho. 

O movimento já conversou com a coordenação de campanha de alguns pré-candidatos, entre eles, Marina Silva, Ciro Gomes e Geraldo Alckmin, e segue atendendo solicitantes e organizando encontros com as equipes dos demais pré-candidatos.

Colaboram com o desenvolvimento do plano, dentre outros nomes:

 
· Anna Helena Altenfelder, pedagoga e presidente do conselho do Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária);
 
· Binho Marques, ex-titular da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (SASE) do Ministério da Educação do governo Dilma Rousseff (PT), e ex-governador do Acre pelo PT;
 
· Cláudia Costin, professora, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (CEIPE-FGV) e ex-secretária de Educação do Rio de Janeiro na gestão Eduardo Paes (à época PMDB);
 
· Fernando Abrucio, professor, pesquisador e coordenador do curso de graduação em Administração Pública da FGV (SP);
 
· José Henrique Paim, professor da FGV-Rio e ex- Ministro da Educação do governo Dilma Rousseff (PT);
 
· Mariza Abreu, Consultora de educação e ex-Secretária da Educação do Rio Grande do Sul no governo Yeda Crusius (PSDB);
 
· Maurício Holanda, Consultor Legislativo da Câmara dos Deputados e ex-Secretário de Educação de Sobral e do Ceará nas gestões Cid Gomes (PSB/Pros) e Camilo Santana (PT);
 
· Mozart Neves Ramos, professor, diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna e ex-secretário de Educação de Pernambuco na gestão Jarbas Vasconcelos (PMDB);
 
· Naercio Menezes Filho, Coordenador do Centro de Políticas Públicas (CPP) do Insper e professor de economia da USP;
 
·  Neca Setúbal, socióloga, presidente dos conselhos da Fundação Tide Setúbal e coordenadora do programa de Educação de Marina Silva (Rede) em 2014; e
 
·  Washington Bonfim, ex-secretário de Educação e de Planejamento de Teresina (PI) na gestão Firmino Filho (PSDB).


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